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Plaqueta de Licenciamento: itens colecionáveis do mundo automotivo!

As plaquetas de licenciamento, como são conhecidas, tiveram seu auge dos anos 60 ao início dos anos 80. Ela era amarrada com o arame do lacre na placa traseira do carro. Até 1970, pelo menos no Rio de Janeiro, as plaquetas eram horizontais e amarradas na parte superior da placa.  Depois, elas passam a serem verticais e amarradas no canto esquerdo da placa. Ela servia para mostrar que aquele veículo estava com a documentação, vistoria e pagamento das taxas em dia, deixando o veículo apto a trafegar legalmente. Como esse processo era anual, as plaquetas tinham que ser atualizadas todo ano. Recorri aos amigos mais velhos que viveram nesses anos e tinham carro, para saber o motivo dessas plaquetas terem acabado em 1982. Puxando na memória, eles acreditam que deixou de ter a vistoria anual e apenas precisava pagar as taxas e, o licenciamento anual passou a constar apenas nos documentos impressos que o dono do veículo deve carregar no carro como é até hoje. Como cada Estado do Brasil t...

Savings Bond da Coréia do Norte (2003): a cédula da poupança

Uma cédula curiosa da Coréia do Norte possui um texto que faz desconfiar se tratar de não ser uma cédula normal. E realmente não é! Foram títulos de poupança bancária emitidos pelo Banco Central da Coréia do Norte em 2003, conhecidos como SAVINGS BOND. A parte de trás é dividida em duas partes. O lado esquerdo traz instruções para o título, informando que o título só é válido no banco. Se perdido, o banco não substituirá. O vínculo é válido por apenas 1 ano. No final do ano, o banco pagará juros de 4%. Os títulos não podem ser sacados antecipadamente. O lado direito contém as informações do título: data de emissão, data de saque e a última linha é para a assinatura do banco emissor. Foram impressas cédulas do tipo nos valores de: 5000, 10000, 50000 e 100000 Won.   ___________________________________________________ https://banknotenews.com/?p=11132 https://en.numista.com/catalogue/note211559.html

Dinheiro de um país com carimbo de outro país?

Pelo título, já deve ter aguçado a sua curiosidade. E realmente aconteceu! Cédulas da Iugoslávia foram carimbadas e utilizadas em outro país, a Bósnia e Herzegovina. O que aconteceu é que a Bósnia e Herzegovina fazia parte da antiga Iugoslávia. Em 1992, Bósnia e Herzegovina declarou independência. Sem dinheiro próprio no início, tiveram que improvisar. Carimbaram as cédulas de 500 e 1000 Dinara da Iugoslávia que continuavam circulando no país.  No carimbo, a incrição  Narodna Banka Bosne i Herzegovine , de Banco Nacional da  Bósnia e Herzegovina, como podemos observar na imagem abaixo.

Rainha Margarethe II da Dinamarca com novo visual nas moedas

O rosto da Rainha Margarethe II da Dinamarca vai ser atualizado pela sexta vez nas moedas do país. O novo rosto começa a ilustrar as moedas cunhadas a partir de 2023. A Rainha Margarethe II é a soberana da Dinamarca desde 1972. Veja abaixo a evolução da efígie da Rainha nas moedas de 10 Kroner.

A cédula do Paquistão que circulava na Arábia Saudita - For Haj Pilgrims From Pakistan. For use in Saudi Arabia Only

Essa cédula conhecida como emissão HAJ é bem curiosa porque traz a inscrição em inglês: For Haj Pilgrims From Pakistan. For use in Saudi Arabia Only. Tradução: Para Haj peregrinos do Paquistão. Para uso somente na Arábia Saudita. Mas, o que a Arábia Saudita tem a ver com cédulas do Paquistão? É na Arábia Saudita que fica a cidade sagrada dos muçulmanos, a Meca. E a população do Paquistão é majoritariamente muçulmana. Parte da população faz a peregrinação anual a Meca. Essa peregrinação é conhecida pomo HAJ. Desde que o Paquistão conquistou sua independência em 1947, após a divisão da Índia e do Paquistão, então colônia britânica, quaisquer notas paquistanesas exportadas do Paquistão podiam ser livremente convertidas em moeda estrangeira. Essa conversão gratuita foi possível devido à promessa do governo paquistanês de converter rúpias paquistanesas em libras esterlinas mediante a apresentação de suas notas para pagamento. A livre conversibilidade da rúpia paquistanesa criou ...

Cédulas curiosas, por São Paulo Antiga

TRANSCRITO DO SITE:  https://saopauloantiga.com.br/o-bisavo-do-contra-vale/   Quem é que não fica irritado quando vai pagar sua conta na padaria ou em um restaurante e o caixa informa que não tem todo o troco e pergunta se você   “aceita contra-vale” ? Esta prática, irritante, muitas vezes também vem na forma das famigeradas balinhas de troco. Porém, engana-se quem pensa que a falta de troco trata-se de um fenômeno recente, dos tempos modernos. Isto é algo que aflige os brasileiros, pelo menos, desde meados do século 19. Naquela época não havia a opção de se pagar com pix ou cartões de débito ou crédito e se não havia troco para o cliente, também não era comum devolvê-lo com balinhas. Até porque muitas vezes o dinheiro que se faltava não eram míseros tostões, mas sim boas quantidades de réis. Para evitar de perder o cliente que não queria ir embora sem o seu troco, qual era a solução do comércio e até da indústria ? Simples, emitiam seu próprio dinheiro: Cédula particular...